Se gaivotas fôssemos poderíamos voar em liberdade para viver nossos sonhos longe das tormentas que nos afligem O poema é soberbo meu caro amigo Beijos e uma feliz semana
Belíssimo, estimado poeta! Quantas vezes somos gaivota... Elas só aparentemente são frágeis, na verdade são aves fortes e resilientes... habituadas a resistir às procelas... Muito bom, Sol amigo. Abraço ~~~
Boa tarde, o poema é perfeito, as gaivotas sabem contornar as fúrias das tempestade e da espuma do mar, é só olhar para elas, ficamos logo com certeza do que elas são capaz. Continuação de boa semana, AG
Estive aqui há dias, não comentei porque houve uma falha no meu computador.
Sempre me impressionou o canto das gaivotas. Soa-me a um lamento desgarrado, de algo perdido e não recuperável. Assim, penso que a sua figura está muito bem adaptada a este poema. Como sempre, meu amigo, as suas palavras atingem cada um de nós, nas nossas perdas e sonhos não atingidos.
Gaivotas sempre exerceram fascínio sobre mim...e teu poema trouxe a magia deste voo e o azul do mar para a minha tarde na Serra. Obrigada, meu poeta amigo.
Que lindo poema.
ResponderEliminarAmo ler lindos poemas,
Vou amar se visitar o Espelhando.
Feliz final de semana.
Bjins
CatiahoAlc.
Ser humano... Ser gaivota... Uma analogia perfeita. Nossos medos e nossas esperanças...
ResponderEliminarAbraço
Se gaivotas fôssemos poderíamos voar em liberdade para viver nossos sonhos longe das tormentas que nos afligem
ResponderEliminarO poema é soberbo meu caro amigo
Beijos e uma feliz semana
Bajo el cielo azul la gaviota con sus alas abiertas vuela y nos bendice en cada amanecer...
ResponderEliminarUn cordial abrazo amigo.
Belíssimo, estimado poeta!
ResponderEliminarQuantas vezes somos gaivota...
Elas só aparentemente são frágeis, na verdade são aves fortes e resilientes...
habituadas a resistir às procelas...
Muito bom, Sol amigo.
Abraço
~~~
Somos tantas gaivotas voando sobre a fúria do mar
ResponderEliminarSomos muitos piando com raiva e desejando que a tempestade abrande e a paz nos alimente de amor.
Eis que mais uma vez, nos presenteias com um belo poema. Sermos gaivotas talvez evitasse entendermos as maldades do mundo.
ResponderEliminarAbraços,
Furtado
Maravilhoso poema.
ResponderEliminarUm abraço
Maria de
Divagar Sobre Tudo um Pouco
Quando desejamos que as fúrias passem... todos somos
ResponderEliminargaivotas.
Belo!
Boa entrada de mês.
Boa tarde, o poema é perfeito, as gaivotas sabem contornar as fúrias das tempestade e da espuma do mar, é só olhar para elas, ficamos logo com certeza do que elas são capaz.
ResponderEliminarContinuação de boa semana,
AG
Boa tarde amigo...
ResponderEliminarQuanto tempo?
Todos somos gaivotas
quando queremos de certa forma,
poder voar e sobrevoar todos os
nossos problemas...
Abraços
Todos podemos ser gaivotas. Basta ter asas para voar...
ResponderEliminarExcelente poema, gostei imenso.
Bom resto de semana, caro amigo.
Abraço.
Ah, podemos sempre procurar ser um Fernão Capelo Gaivota. Porque não?!
ResponderEliminarBom fim-de-semana, amigo!
Oi Sol
ResponderEliminarSomos tais as gaivotas, o medo nos subtrai as alegrias da vida
Beijos
Lua Singular
Não gosto de gaivotas, mas gostei muito do poema! :) Bom fim de semana.
ResponderEliminar--
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Sol,
ResponderEliminarPasse seu e-mail pra mim no blog e como é moderado irei pegá-lo e excluir o comentário.
Clico e não aparece.
Beijos
Lua Singular
Olá, Sol
ResponderEliminarBom dia.
Estive aqui há dias, não comentei porque houve uma falha no meu computador.
Sempre me impressionou o canto das gaivotas. Soa-me a um lamento desgarrado, de algo perdido e não recuperável. Assim, penso que a sua figura está muito bem adaptada a este poema. Como sempre, meu amigo, as suas palavras atingem cada um de nós, nas nossas perdas e sonhos não atingidos.
Abraço
Olinda
Fernao Capelo xxx
ResponderEliminarGaivotas sempre exerceram fascínio sobre mim...e teu poema trouxe a magia deste voo e o azul do mar para a minha tarde na Serra. Obrigada, meu poeta amigo.
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