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sábado, 24 de maio de 2014

O meu primeiro Amor






Jamais se recompõe o coração,
Da minha malfadada timidez!...
Não me deixou saudades no que fez:
Somar a maior dor á solidão.

Senti a mais estranha sensação
Como um adolescente, nessa vez.
Olhei, embriagado, a altivez,
Dum porte que me foi revelação.

E, por encanto tal, eu me prendi,
Que, em mente, eu criei a fantasia
Duma flor, germinando, num canteiro.

Desde então, só Deus sabe, o que sofri
Por amor, esse amor, que me extasia
E foi, dentro da Alma, o meu primeiro.



SOL da Esteva

30 comentários:

  1. O primeiro Amor nunca se esquece e recordamo-lo sempre !

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  2. O primeiro amor do poeta,
    jamais terá fim
    também as há na floresta
    aquela flor nasceu no jardim.

    São boas as recordações,
    de alegria não de tristeza
    que a vida não sejam ilusões
    o futuro seja uma boa surpresa.

    Sejam as revoluções,
    feitas de amor e carinho
    com delirantes paixões
    são se percam no caminho!

    Tenha amigo Sol da Esteva,
    um bom fim de semana, um abraço.
    Eduardo.

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  3. Corrijo: São para não se percam no caminho!

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  4. Há sempre uma flor germinando em ternuras nossas sensibilidades amorosas. Fujamos da timidez. A graça de amar está no revelar-se.
    Abraços.

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  5. Oi Sol,
    Que linda "flor de amor"!
    Amor puro, adolescente! Apenas amor!
    Lindo demais!
    Felicidades, querido Poeta!

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  6. Oi Sol
    O primeiro amor jamais é esquecido. Fica adormecido no coração. É um tesouro de grande valor
    Beijos e carinhos meus

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  7. Sol, meu amigo
    Somar a dor à solidão é duplicar o sofrimento.
    Mas o encanto do primeiro amor faz milagres, como criar-nos a ilusão "duma flor num canteiro".
    Mais um belíssimo soneto, a juntar à tua vasta colecção.

    Bom fim de semana
    Beijinhos

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  8. O primeiro amor é único, não achamos outro igual...
    Lindo demais seus versos!
    Um grande abraço!
    Bjs

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  9. O primeiro amor fica sempre guardado num cantinho especial das nossas recordações.
    Lindo como sempre meu amigo poeta.
    Bom fim de semana
    Beijinhos
    Maria

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  10. Oi Sol espero que tudo esteja bem com você!
    E que bom vir aqui depois de tanto tempo!
    Mas nem me fale em timidez!
    Sofri muito por causa dela, mas passou, e agora guardo em meu coração para sempre o meu primeiro e verdadeiro amor!
    Valeu esse lindo poema!
    Beijos,
    Mariangela

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  11. O primeiro amor é o que mexe. A gente passa por muitos na vida, aquele lá, calou em nosso ser, mas não deve ser motivo de sofrimento.
    Abração, meu poeta!

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  12. Sol meu amigo..
    O amor primeiro marca nossa vida
    pra sempre.
    Meu amigo estarei sendo operada dia 27 terça feira.
    Deixei uma postagem.
    Deus abençoe seu Domingo beijos.
    Evanir.

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  13. Oi Sol,
    O primeiro amor nunca olvidamos, a primeira sensação, o primeiro toque, o primeiro beijo e a primeira saudade.
    É um sentimento forte que se arrasta pela vida toda, não como sofrimento, mas algo que foi bom...
    Beijos
    Mundo dos Inocentes

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  14. Mais um excelente soneto de amor.
    Como sempre, aliás.
    Tem um bom resto de domingo e uma boa semana.
    Um abraço, caro amigo.

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  15. Olá! grande amigo Sol da Esteva...
    Se gostei deste teu soneto... imenso, meu caro amigo.
    Lembrei-me de uma pequenina dobragem de um filme.
    Vê aqui - https://www.youtube.com/watch?v=xh76qCoNC5I - e repara em como o primeiro amor nunca, jamais, em tempo algum, poderá ser esquecido.
    Um abraço cá do Algarve.

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  16. Muito bom este poema, pensei em mim, porque sou timida, vai ver que isso que é a pedra no meu caminho!

    Bjs

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  17. O meu assombro cresce com a tua aparente facilidade de compor tão belos poemas e de métrica certa.

    O primeiro amor pode ser especial ou nem por isso. Talvez diga isto porque as minhas recordações não são muito românticas.

    beijinhos

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  18. Sofrer por amor é sempre doloroso, seja o primeiro,o segundo,o terceiro... (rss). Creio que temos uma capacidade inesgotável de amar, mas cada um que finda ou não realiza sonhos deixa suas cicatrizes. Seus sonetos são sensíveis e belos. Abraço.

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  19. Bom dia Sol,
    Você foi o Sol que me acordou.
    Dê um pulo no meu blog, por favor
    Obrigada
    Lua Singular

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  20. Suas palavras conduziram-me para dentro de um sonho...
    Beijo e bom dia, Sol!

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  21. A vontade é, sempre, maior que a timidez, a paixão é superior aos medos.
    A poesia é o expoente que se sobrepõe a todos os medos.
    Belo soneto caro amigo!

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  22. Amigo, venho aqui te dizer!
    porque não tenho queixume
    não preciso dele para viver
    não me incomoda o ciúme.

    Pelos versos obrigado.
    e tanbém pela visita
    agradeço o comentário
    Sol da Esteva, acredita!

    Sem asas não voa!
    te desejo amigo,
    uma tarde boa.

    Um abraço.
    Eduardo.

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  23. Há sempre um amor que nos extasia... e um primeiro amor que ensina o Amor.

    beijinhos

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  24. O primeiro amor é quase que fatal, difícil de esquecer! Uma descrição linda em seu poema! Um abraço!

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  25. O primeiro amor nem sempre,
    deixa essa recordação tão forte e bela
    (a mim não deixou)...

    O felicito por esse recordar que não passou!

    Maria Luísa (amiga de Manuel) - "os7degraus"

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  26. Olá amigo sol, mais um maravilhoso soneto que adorei. Beijos com carinho

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  27. OI SOL!
    O PRIMEIRO AMOR, DEIXA MARCAS, SE TIVER SIDO VERDADEIRO, NUNCA SERÁ ESQUECIDO E SE FEZ SOFRER ENTÃO...
    LINDO TEU TEXTO.
    ABRÇS

    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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  28. A timidez faz coisas destas. Prende a voz e os movimentos.
    E no momento em que se tem de fazer a tal declaração eles não
    ajudam. E o coração sofre mesmo, e a oportunidade de viver
    um grande e primeiro amor esfuma-se...

    Caro Sol, um excelente soneto. A minha interpretação poderá
    não corresponder ao que o poeta queria dizer. Mas, já se sabe
    depois de escrito e divulgado o poema passa a pertencer ao leitor. :)

    Grande abraço.

    Olinda

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  29. O inebriante nascer de aurora , que se vai toldando com o recato da nossa adolescência. Depois, fica o sonho em luar de janeiro.
    E os sonetos nascem como se fora coisa simples, querido amigo.
    Belo demais.
    Fraterno abraço, Sol

    ResponderEliminar
  30. O inebriante nascer de aurora , que se vai toldando com o recato da nossa adolescência. Depois, fica o sonho em luar de janeiro.
    E os sonetos nascem como se fora coisa simples, querido amigo.
    Belo demais.
    Fraterno abraço, Sol

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